sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Lar doce Lar..
O mosteiro, no seu simbolismo essencial, é uma representação reduzida da Cidade celeste. É por isso que é rodeado de muralhas que o isolam do mundo externo, semeado de flores e de plantas como no jardim do Éden. Os jardins, as fontes dos mosteiros como uma evocação do paraíso. «É possível avaliar o simbolismo das igrejas e dos jardins dos mosteiros», escreve Mircea Elaide num capítulo de seu livro Mythes Rêves et Mystères. «A paisagem que envolve o monge reflete o paraíso terrestre de alguma maneira ela o antecipa.» Na tradição do deserto, basta acrescentar simplesmente: o paraíso terrestre e celeste.
«O monge, portanto, é alguém que procura tão intensamente a Deus que está pronto a morrer para poder vê-lo. Por isso é que a vida monástica é um martírio» bem como um «paraíso», uma vida ao mesmo tempo «angélica» e «crucificada». «O mosteiro é uma escola onde se aprende de Deus a ser feliz» (Thomas Mertom, monge Trapista)
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